Os sussurros viram gritos.Os gritos viram lágrimas, e finalmente eu acordo, no meio da madrugada,não é novidade, pra falar a verdade, isso já se tornou rotina. Todos os dias o mesmo pesadelo. Os mesmos gritos. As mesmas lágrimas amargas. E logo depois disso vem a tua lembrança, incediando minha mente, fazendo as bordas do meu coração latejar, e aquelas enormes fendas,sangrar.Quando tudo isso vai parar ?. Quando você vai parar de aparecer em meus sonhos ?. Quando esse pequeno fragmento que sobrou por ti, vai se desfazer, e enfim, poderei viver em paz?. Tento te esquecer, mas procuro lembrar de tudo que a gente viveu juntos, eu preciso disso. Precisarei disso para permancer viva.
domingo, julho 25, 2010
quinta-feira, julho 22, 2010
Me tira daqui
Sinto enormes adagas perfurarem meu corpo. Eu grito. Será que você vai me ouvir ?.Você disse para mim não ficar com medo. Me tira daqui, eu berrei. E você já estava longe demais para me ouvir...
terça-feira, julho 20, 2010
Era como se nunca tivesse um buraco em meu peito.
Hoje quando acordei, foi diferente de todas aquelas semanas.Eu estava feliz em acordar.Estava animada pro dia que estava por vir.Lembrei das suas palavras tão doces de ontem a noite. Meu coração batia normalmente. Era como se nunca tivesse um buraco em meu peito.Mas, será que foi real ?.Foi real sim. Eu sinto. Olhei-me no espelho, e dentro dos meus olhos havia um brilho tão nítido, sorri, meus olhos se tornaram vazios desde que você havia partido. E hoje, o brilho estava de volta. Minha pele não estava mais tão pálida, estava começando a voltar a cor. Sorri novamente. Ri de mim mesma. Há quanto tempo não tinha um sorriso verdadeiro ?. Você prometeu, e sabia que iria cumprir.Sabia que nunca me abandonaria. Eu sabia que apesar das enormes barreiras que sempre se formam em nosso caminho, nosso amor as derrubaria. Nosso amor é mais forte.
segunda-feira, julho 19, 2010
Nunca
Nunca, nunca irei te perdoar por tudo que você me fez passar, e por tudo que você esmagou dentro de mim.Nunca irei te perdoar por ter feito minha vida virar de contos de fadas á filme de terror.Nunca irei te perdoar por todos aqueles cortes, por todo aquele sangue derramado por ti...Nunca. Nunca irei te perdoar por ter saído da minha vida, nem por aquele amontoado de promessas não cumpridas que você deixou pra trás.Nunca irei me perdoar por ter te deixado partir.
domingo, julho 18, 2010
Banco na montanha
E mais um dia chuvoso teve seu fim.E eu continuo aqui, a observar o céu negro.Não há nenhuma estrela. Até a lua se escondeu. O vento gelado, uiva furiosamente. Fim de Julho se aproxima.Suspiro. Faz exatamente um ano desde que você saiu da minha vida.Ainda lembro bem,como se fosse ontem. Era fim de tarde,estava observando o vento furioso contra as árvores, quando meu celular vibrou. Era mensagem, com número desconhecido. " Se eu fosse você, iria ver com seus próprios olhos o que seu namorado faz. Sabe aquele banco, na montanha ? vai lá agora.". Achei besteira.Dei risada da mensagem. Resolvi ligar pro Ian, caixa postal.Estranhei. Tentei novamente. Caixa postal. Fiquei nervosa. Mesmo sabendo que ele não estaria fazendo nada de errado, quis ir lá na montanha, afinal, fazia tempo que eu não ia lá.Uma voz em minha cabeça zombou de mim, " boba, não tem confiança nele é ?", balançei a cabeça, como se fosse adiantar. Aquela maldita voz não ficava queta.Liguei meu ipod,e tentei me distrair. Chegando lá em cima, senti um arrepiu percorrer meu corpo, respirei fundo,e continuei caminhando.Quando me aproximei do bando, meu corpo tremeu, só podia ser brincadeira. Não, não, não era verdade.Custava acreditar no que meus olhos estavam mostrando-me.Gritei "nãoo",e Ian me olhou assustado. Ele levantou do banco rapidamente e tentou se explicar " Ju, calma, não é o que você está pensando", as lágrimas escorriam sem parar em meu rosto. Resolvi olhar quem era a pessoa que estava com ele. Não,não podia ser.Limpei as lágrimas com a manga do meu moletom, olhei novamente. Meus pés vacilaram. Não podia ser a Bruna. Não, minha melhor amiga não poderia estar fazendo isso comigo, não ela, cravei as unhas em minha mão, as lágrimas voltaram a cair.Bruna estava chorando também, me olhou, e entre soluços falou:
-Ju,eu não queria,Ju, não é o que você está pensando, por favor, desculpa,desculpa,
Não conseguia ficar de pé, minhas pernas tremiam, cai ao chão, e fiquei lá, olhando para os dois, á minha frente. Ian tentou me levantar e eu gritei" me solta, tira as mãos de cima de mim".
Respirei fundo, acho que umas três vezes, e por fim falei:
- A quanto tempo ? a quanto tempo vocês vem fazendo isso ?
Bruna falou rapidamente " foi a primeira vez", Ian baixou a cabeça.
Ian, chamei-o, hoje foi a primeira vez ? olhei no fundo dos seus olhos.
Ian sustentou meu olhar por alguns segundos, depois baixou a cabeça, e com um leve susurro respondeu:
- Há 2 mêses.
Olhei pra baixo. Meu coração estava em chamas. As lágrimas não cessavam.Fitei o chão por longos minutos. O silêncio me acalmava.
Bruna acabou com o silêncio e falou:
- Ju, para, tua mão!
Olhei para minha mão, e lembrei que tinha cravado as unhas ali, minhas unhas estavam fundo em minha mão, e o sangue corria. Não me importei. A dor do meu coração era maior do que qualquer sangue que podia escorrer agora. As vozes não se calavam, " ele nunca te amou, ele nunca te desejou, ele sempre quis a Bruna, você está sobrando querida". A raiva formigava em minhas veias, levantei, e fui caminhando, até a ponta da montanha, olhei para baixo, senti o frio tomar conta do meu corpo. Ouvi atrás de mim Ian dizer :
- Ju, volta, por favor.
E quando ele segurou meu ombro, eu me joguei, montanha a baixo.E não lembro de mais nada.Até que acordei no hospital. Meu olhos custavam a se acostumar com a claridade, e Bruna estava do meu lado, segurando a minha mão. As cenas do ocorrido embaçaram minha mente.O que ela estava fazendo aqui ?. Tentei falar, mas minha voz não saiu.Tentei novamente, consegui, disse:
- Sai daqui, sai d a q u i !
Bruna sorriu e disse:
- Calma Ju, você se salvou de um acidente horrível,devia estar feliz.
Bateram na porta, era a enfermeira, trazendo o almoço
- Juliana! que bom que você acordou. Você precisa se alimentar. Daqui a poco venho ver como você está.
As vozes tomaram minha mente, " mate-a, ela acabou com o seu grande amor, mate-a!"
Peguei a faca, que estava junto com a comida, e cravei no seu ombro.Ela gritou, a porta abriu, e Ian e minha mãe estavam me olhando, apavorados.
Minha mãe falou:
-Ju, larga essa faca,
Fitei Ian por longos segundos.Depois olhei a faca em minhas mãos.Olhei minha mãe aflita me olhando. Abaixei os olhos,e quando fui largar a faca, peguei-a com mais força,cravando-a em meu pulso.
-Ju,eu não queria,Ju, não é o que você está pensando, por favor, desculpa,desculpa,
Não conseguia ficar de pé, minhas pernas tremiam, cai ao chão, e fiquei lá, olhando para os dois, á minha frente. Ian tentou me levantar e eu gritei" me solta, tira as mãos de cima de mim".
Respirei fundo, acho que umas três vezes, e por fim falei:
- A quanto tempo ? a quanto tempo vocês vem fazendo isso ?
Bruna falou rapidamente " foi a primeira vez", Ian baixou a cabeça.
Ian, chamei-o, hoje foi a primeira vez ? olhei no fundo dos seus olhos.
Ian sustentou meu olhar por alguns segundos, depois baixou a cabeça, e com um leve susurro respondeu:
- Há 2 mêses.
Olhei pra baixo. Meu coração estava em chamas. As lágrimas não cessavam.Fitei o chão por longos minutos. O silêncio me acalmava.
Bruna acabou com o silêncio e falou:
- Ju, para, tua mão!
Olhei para minha mão, e lembrei que tinha cravado as unhas ali, minhas unhas estavam fundo em minha mão, e o sangue corria. Não me importei. A dor do meu coração era maior do que qualquer sangue que podia escorrer agora. As vozes não se calavam, " ele nunca te amou, ele nunca te desejou, ele sempre quis a Bruna, você está sobrando querida". A raiva formigava em minhas veias, levantei, e fui caminhando, até a ponta da montanha, olhei para baixo, senti o frio tomar conta do meu corpo. Ouvi atrás de mim Ian dizer :
- Ju, volta, por favor.
E quando ele segurou meu ombro, eu me joguei, montanha a baixo.E não lembro de mais nada.Até que acordei no hospital. Meu olhos custavam a se acostumar com a claridade, e Bruna estava do meu lado, segurando a minha mão. As cenas do ocorrido embaçaram minha mente.O que ela estava fazendo aqui ?. Tentei falar, mas minha voz não saiu.Tentei novamente, consegui, disse:
- Sai daqui, sai d a q u i !
Bruna sorriu e disse:
- Calma Ju, você se salvou de um acidente horrível,devia estar feliz.
Bateram na porta, era a enfermeira, trazendo o almoço
- Juliana! que bom que você acordou. Você precisa se alimentar. Daqui a poco venho ver como você está.
As vozes tomaram minha mente, " mate-a, ela acabou com o seu grande amor, mate-a!"
Peguei a faca, que estava junto com a comida, e cravei no seu ombro.Ela gritou, a porta abriu, e Ian e minha mãe estavam me olhando, apavorados.
Minha mãe falou:
-Ju, larga essa faca,
Fitei Ian por longos segundos.Depois olhei a faca em minhas mãos.Olhei minha mãe aflita me olhando. Abaixei os olhos,e quando fui largar a faca, peguei-a com mais força,cravando-a em meu pulso.
quarta-feira, julho 14, 2010
I hate you
Você sabia, você sabia muito bem o que estava fazendo.Sei que nesse momento sua memória não falhou.Lembro muito bem daquela noite, que eu te falei, que mesmo depois de tudo que poderia acontecer no futuro,a única coisa que você poderia fazer que iria me ferir profundamente,era ter tomado essa atitude, a qual você deciciu tomar.Não pensei que seria capaz de descer a um nível tão submerso.Você acabou de pisar em minhas esperanças perdidas.Parabéns, eu te odeio. Juro, te odeio com todas as forças que sou capaz de ter.Hoje, jurei a mim mesma, que tudo aquilo que fora amor, será transformado em ódio.
sábado, julho 10, 2010
Mais uma, de tantas promessas não cumpridas.
Tento descobrir aonde é que dói, logo desisto. A dor é fortemente real.Não posso combatê-la, nem chegar perto. Se eu tentar perfurar a barreira, dói. Estou presa em uma bolha,dentro de mim mesma.Tendo prestar atenção ao que está acontecendo ao meu redor.Não dá. Minha mente quer se desconectar. Minha cabeça gira, sem direção.Me vejo perdida.Estou sozinha.Estou caindo.Posso sentir o vento em meus cabelos, a liberdade... o perigo.Tudo está calmo.Minha respiração acelera.Meu coração pulsa demasiadamente rápido.Meus pés vacilam.Meu corpo lateja. Aonde que lateja? eu não sei.A dor está voltando novamente.Quero fujir.Preciso correr.Mas pra onde ?. Não consigo me erguer.Não tenho forças suficientes.O que eu posso fazer?.Cadê você ? Diabos, cade você quando eu preciso ? Eu estou fraca, eu preciso de você.Você prometeu que nunca me abandonaria.Você prometeu sempre cuidar de mim. Aonde está você agora, quando eu mais preciso ?.
quinta-feira, julho 08, 2010
Você prometeu
Onde estava você quando tudo desmoronava em minhas costas ?
Você prometeu que nunca me deixaria,
E hoje, estou aqui,sozinha,
olhando a chuva cair do lado de fora da minha janela,
com meu coração despedaçado,
rasgado e maltratado,
partido no chão.
Você prometeu que nunca me deixaria,
E hoje, estou aqui,sozinha,
olhando a chuva cair do lado de fora da minha janela,
com meu coração despedaçado,
rasgado e maltratado,
partido no chão.
terça-feira, julho 06, 2010
Tulipas Vermelhas
Hoje quando acordei, foi diferente de todas as outras semanas, quando abri meus olhos, não senti meu coração latejar.Meu coração estava batendo normalmente. Ohei no espelho, os cortes não estavam mais tão profundos, sorri. Havia brilho em meus olhos, eu estava realmente felliz.No caminho até a escola, as músicas que me remetiam a meu passado, eu exclui da lista, e dexei apenas músicas animadas.Parei de me culpar por tudo que aconteceu.Sei que esse erro não foi só meu. Você também tem culpa.Você também tem ódio.
Olhei para a rua, e vi você do outro lado da rua com uma tulipa vermelha.Meu coração parou repentinamente, pontadas agudas foram se cravando dentro de mim. Tulipas vermelhas, minhas preferidas.Respirei fundo,senti o ar entrar rasgando por entre meus pulmões, meu coração fraquejou, mas aguentei firme,ergui minha cabeça, e continuei caminhando.
Você estava vindo em minha direção. Não sabia o que fazer. Apressei meu passo. Porque logo hoje ? quando achei que poderia estar curada de todo aquele sofrimento.Você correu, e se parou a minha frente. Sorriu, fazendo meu coração paralisar.Isso era injusto! ele sabia o poder que o sorriso dele tinha contra mim. Ele fixou seu olhos cor de topázio nos meus, e disse calmamente:
-Ei, não foge de mim, vim em paz - ergueu suas mãos quando terminou de falar.
Tentei mostrar que eu já não era mais a mesma, mas não funcionou, acabei rindo.
Tirei o escudo imaginário que eu fiz para me protejer, francamente, como achei que iria conseguir viver sem aquelas brincadeirinhas do Brian ?. Dei risada de mim mesma.
Quando eu me toquei, vi que ele aida estava me fitando, senti minhas bochechas arderem.
Brian continuou falando :
- Acho que nós vamos se atrassar pra escola, vem, eu te dou uma carona, e piscou
Sorri, virei de costas pra ele,continuei caminhando e respondi:
- Prefiro ir de apé.
Não passou mais de três segundo, e ele estava segurando meu braço, olhando em meus olhos, e me alcançou aquela linda tulipa vermelha.
Susurrei com uma voz trêmula
- Você sabe que isso não vale,terminei de falar, e estava indo para o carro.
Em segundos Brian estava do meu lado, abrindo a porta pra mim,
Dei risada, não estava mais acostumada com um imortal ao meu lado
Chegamos no estacionamento da escola, ele parou o carro. Sua mão fria, agora estava sob a minha. Eu estava tremendo. O que ele queria dessa vez?. A última vez que nos falamos, ele disse que não poderia continuar comigo, que iria me machucar, e agora estou no seu carro, com uma tulipa vermelha,e totalmente perdida nos seus olhos.
Brian levantou meu rosto, fazendo eu olhar em seu rosto, ele abriu a boca, mas não pronunciou nenhuma palavra, apenas me abraçou forte.Nessa hora eu senti que aquele tempo longe não tinha valor algum.Estar nos braços dele novamente fazia me sentir completa.Aquelas velhas fendas que ele tinha aberto quando se fora, acabaram de fechar.Senti uma lágrima rolar em meu rosto,e foi ai que ele começou a falar:
- Brenda, quando resolvi me separar de ti, foi pensando em ti. Não suportaria a idéia que a qualquer momento, eu poderia te machucar.Mas, foi nessas semanas que eu percebi, que cometeria um suicidio se ficasse mais um segundo longe de ti. Eu vou correr qualquer risco para te ter ao meu lado, para sempre.
Quando ele falou " para sempre", meu coração parou de querer sair do meu peito, e se acalmou. Eu sabia que nós ficariamos juntos para sempre, custe o que custar.
E então, ele me envolveu em seu braços,e o mundo não importava mais.
Até que o sinal tocou, e eu lembrei que tinha uma manhã inteira pela frente.
Olhei para a rua, e vi você do outro lado da rua com uma tulipa vermelha.Meu coração parou repentinamente, pontadas agudas foram se cravando dentro de mim. Tulipas vermelhas, minhas preferidas.Respirei fundo,senti o ar entrar rasgando por entre meus pulmões, meu coração fraquejou, mas aguentei firme,ergui minha cabeça, e continuei caminhando.
Você estava vindo em minha direção. Não sabia o que fazer. Apressei meu passo. Porque logo hoje ? quando achei que poderia estar curada de todo aquele sofrimento.Você correu, e se parou a minha frente. Sorriu, fazendo meu coração paralisar.Isso era injusto! ele sabia o poder que o sorriso dele tinha contra mim. Ele fixou seu olhos cor de topázio nos meus, e disse calmamente:
-Ei, não foge de mim, vim em paz - ergueu suas mãos quando terminou de falar.
Tentei mostrar que eu já não era mais a mesma, mas não funcionou, acabei rindo.
Tirei o escudo imaginário que eu fiz para me protejer, francamente, como achei que iria conseguir viver sem aquelas brincadeirinhas do Brian ?. Dei risada de mim mesma.
Quando eu me toquei, vi que ele aida estava me fitando, senti minhas bochechas arderem.
Brian continuou falando :
- Acho que nós vamos se atrassar pra escola, vem, eu te dou uma carona, e piscou
Sorri, virei de costas pra ele,continuei caminhando e respondi:
- Prefiro ir de apé.
Não passou mais de três segundo, e ele estava segurando meu braço, olhando em meus olhos, e me alcançou aquela linda tulipa vermelha.
Susurrei com uma voz trêmula
- Você sabe que isso não vale,terminei de falar, e estava indo para o carro.
Em segundos Brian estava do meu lado, abrindo a porta pra mim,
Dei risada, não estava mais acostumada com um imortal ao meu lado
Chegamos no estacionamento da escola, ele parou o carro. Sua mão fria, agora estava sob a minha. Eu estava tremendo. O que ele queria dessa vez?. A última vez que nos falamos, ele disse que não poderia continuar comigo, que iria me machucar, e agora estou no seu carro, com uma tulipa vermelha,e totalmente perdida nos seus olhos.
Brian levantou meu rosto, fazendo eu olhar em seu rosto, ele abriu a boca, mas não pronunciou nenhuma palavra, apenas me abraçou forte.Nessa hora eu senti que aquele tempo longe não tinha valor algum.Estar nos braços dele novamente fazia me sentir completa.Aquelas velhas fendas que ele tinha aberto quando se fora, acabaram de fechar.Senti uma lágrima rolar em meu rosto,e foi ai que ele começou a falar:
- Brenda, quando resolvi me separar de ti, foi pensando em ti. Não suportaria a idéia que a qualquer momento, eu poderia te machucar.Mas, foi nessas semanas que eu percebi, que cometeria um suicidio se ficasse mais um segundo longe de ti. Eu vou correr qualquer risco para te ter ao meu lado, para sempre.
Quando ele falou " para sempre", meu coração parou de querer sair do meu peito, e se acalmou. Eu sabia que nós ficariamos juntos para sempre, custe o que custar.
E então, ele me envolveu em seu braços,e o mundo não importava mais.
Até que o sinal tocou, e eu lembrei que tinha uma manhã inteira pela frente.
quinta-feira, julho 01, 2010
Até minha mente, resolveu falhar ?
Perdida. Completamente perdida.Perdida dentro de lembranças que enchem minha mente.Minha cabeça gira, gira sem direção. Ah, não, mais uma vez não!. Não consigo mais aguentar essas vozes zombando de mim, apontando meus erros. Os cortes estão aparecendo. O sangue está correndo. A dor está vindo. As bordas do meu coração incendeiam,meu coração pulsa rapidamente, sem parar. Minhas pernas falham.Estou com frio.Tudo está ficando gelado. Sinto frio, muito frio. Minha cabeça lateja. Estou fraca. Não consigo manter o equilibrio. Estou perdendo o controle.Meu corpo grita,implorando a tua presença. O teu calor para me aquecer. Os teus braços para poder me segurar. Que diabos! onde está você agora ?. Eu choro lágrimas de sangue. O céu está escuro, o silêncio me assusta. Estou sozinha e perdida. Eu procuro te alcançar.Não consigo correr. Não consigo gritar. Estou frágil, igual uma presa, esperando o caçador. E você desapareceu. Todos seus sinais, suas fotos, a cor exata dos seus olhos, seu perfume. Sua imagem em minha cabeça não passa de um embaço. O que serás de mim sem isso ?. Exforcei-me para tentar te imaginar, minha mente me bloquiou. O que está acontecendo ? até minha mente, resolveu falhar ? . Tentei novamente. Meu coração ardeu. Eu gritei.Mas não saiu som algum. Ninguém poderia me ouvir.
segunda-feira, junho 28, 2010
Meu coração
Hoje meu coração voltou a doer,
voltou a sangrar.
Os cortes são pequenos,
mas grandes demais para sarar.
voltou a sangrar.
Os cortes são pequenos,
mas grandes demais para sarar.
terça-feira, junho 22, 2010
Porque você não me deixa em paz ?
Porque você não me deixa em paz ? Minha cabeça, nem meu corpo aguentam mais isso.Eu estou cansada demais para tirar essas vozes da minha mente.Estou cansada demais para lutar contra isso.Por favor, liberte-me.Não aguento mais viver presa a essas correntes.
segunda-feira, junho 21, 2010
Aprendi
Com o tempo, aprendi que o tempo é o remédio, ele não cura a ferida logo de cara,mas diminui gradativamente o tamanho dela. Talvez tempos atrás eu diria que o tempo é a pior coisa que possa existir.E hoje, vejo que não. Muitas coisas mudam com o tempo, as vezes mudam para melhor, outras para pior, não tem como acertar sempre.A vida me ensinou a dizer "adeus" ás pessoas que mais amo, sem tirá-las do meu coração,sem guardar mágoa, nem nada.Apenas eternizar o que de bom aconteceu com elas.Sei que é difícil perder uma pessoa, além do mais a pessoa que fazia teu mundo girar.Pra falar a verdade, nunca a perdi, porque ele nunca foi meu, realmente.Ninguém é dono de ninguém.Aprendi que com o tempo, a dor para de latejar tanto, ela se acomodou aqui, em algum canto da minha alma, e está lá, ela não me machuca, e eu não machuco ela.Ela apenas volta a machucar, quando minha mente, ainda ensiste em trazer lembranças que eu sei que devo esquecer.Talvez a dor seja minha amiga, ao contrário das vozes que me perturbam, e tentam acabar com a minha sanidade.Aprendi a sorrir e ser educada com pessoas que não gostam de mim.Aprendi a ouvir as coisas que me diziam, mesmo não querendo.Aprendi com os meus próprios erros, e acima de tudo, aprendi a não cometer o mesmo erro novamente.Aprendi
a sorrir,mesmo quando meus olhos ardiam, querendo derramar lágrimas de dor, quando tudo o que eu mais queria era gritar tudo que estava entalado dentro de mim. Aprendi a aconselhar, quando era a minha vida que estava uma completa bagunça, e era eu que no momento precisava de conselho.Aprendi a consolar, quando na verdade eu precisava de um colo onde pudesse me escorar e chorar.Aprendi a ser forte, mesmo enfrentando tantos problemas, e querendo desistir na metade do caminho.Com o tempo, aprendi a aceitar as mudanças.Vi que não adiantava nada lutar contra elas, já que mudança é uma coisa tão simples.E hoje, olho para trás e vejo que com tudo que aconteceu aprendi a ser forte, amadureci.Deixei de ser aquela garotinha ingênua,que fazia tudo certo, e sonhava com príncipes encantados.Afinal, bem na real, o mundo não é cor-de-rsoa, papai noel não existe, contos de fadas são tão cínicos, e na vida real, a maioria não acaba com finaizinhos felizes.Hoje vejo que todo aquele sofrimento que você me faz passar, foi um aprendizado pra mim. Não sou mais a mesma que você conheceu a dois anos atrás.Sempre obedeci todas as regras.E hoje vejo que se eu obedecer todas as regras, vou acabar perdendo a diversão. Hoje, depois de dois anos, posso me olhar no espelho,e ver em meu reflexo, um sorriso estampado,uma malicia de adolescente,brilho em meus em olhos,e acima de tudo, vontade de viver.E tenho mais que lhe agradecer, por você eu descobri o remédio para anestesiar a tua falta: o amor próprio.
a sorrir,mesmo quando meus olhos ardiam, querendo derramar lágrimas de dor, quando tudo o que eu mais queria era gritar tudo que estava entalado dentro de mim. Aprendi a aconselhar, quando era a minha vida que estava uma completa bagunça, e era eu que no momento precisava de conselho.Aprendi a consolar, quando na verdade eu precisava de um colo onde pudesse me escorar e chorar.Aprendi a ser forte, mesmo enfrentando tantos problemas, e querendo desistir na metade do caminho.Com o tempo, aprendi a aceitar as mudanças.Vi que não adiantava nada lutar contra elas, já que mudança é uma coisa tão simples.E hoje, olho para trás e vejo que com tudo que aconteceu aprendi a ser forte, amadureci.Deixei de ser aquela garotinha ingênua,que fazia tudo certo, e sonhava com príncipes encantados.Afinal, bem na real, o mundo não é cor-de-rsoa, papai noel não existe, contos de fadas são tão cínicos, e na vida real, a maioria não acaba com finaizinhos felizes.Hoje vejo que todo aquele sofrimento que você me faz passar, foi um aprendizado pra mim. Não sou mais a mesma que você conheceu a dois anos atrás.Sempre obedeci todas as regras.E hoje vejo que se eu obedecer todas as regras, vou acabar perdendo a diversão. Hoje, depois de dois anos, posso me olhar no espelho,e ver em meu reflexo, um sorriso estampado,uma malicia de adolescente,brilho em meus em olhos,e acima de tudo, vontade de viver.E tenho mais que lhe agradecer, por você eu descobri o remédio para anestesiar a tua falta: o amor próprio.
domingo, junho 20, 2010
Começar do zero.
Pra falar a verdade, as coisas mudaram muito, de um ano pra cá.E agora,a ficha ta caindo, derepente eu gostava mais do jeito que as coisas eram antes. Mas é só questão de se adaptar e achar o meu novo caminho.
Chega de amores falsos, que só me trazem dor.
Chega de dor,
Chega de tristeza,
Chega de ilusão.
Hoje, eu começei do zero, em relação ao amor, aos amigos, a minha vida.
Hoje, tudo vai ser diferente. Eu cansei de tudo estar como sempre teve...
Agora é hora de renovar, de mudar as coisas de lugar. De jogar fora, o que me traz dor.
Talvez eu tenha perdido tempo demais sonhando com nós dois, talvez eu tenha imaginado coisas que só existiam em minha mente. Talvez tenha chegado a hora de viver a minha vida e parar um pouco de pensar em tudo o que vivemos juntos, agora eu tenho que pensar em mim, no que é melhor para a minha vida e no que faz bem ao meu coração. Obrigada a ter me ensinado a não errar mais. Tudo está voltando ao normal, não ando sonhando muito com você e também já não te imagino ao meu lado de novo. Estou me sentindo forte para encarar o mundo lá fora, se que muitos me machucaram, assim como você fez, mas sei também que muitos me farão sorrir e me farão feliz, assim como você também foi capaz de fazer em alguns momentos, mas não o suficiente.Se você quer saber, estou mais feliz. Já perdi tempo demais chorando por garotos falsos. Joguei todas as suas fotos fora, esqueci seu cheiro, do tom da sua voz, esqueci de tudo que venha de você. Porque agora, mais do que nunca, estou começando do zero!
Chega de amores falsos, que só me trazem dor.
Chega de dor,
Chega de tristeza,
Chega de ilusão.
Hoje, eu começei do zero, em relação ao amor, aos amigos, a minha vida.
Hoje, tudo vai ser diferente. Eu cansei de tudo estar como sempre teve...
Agora é hora de renovar, de mudar as coisas de lugar. De jogar fora, o que me traz dor.
Talvez eu tenha perdido tempo demais sonhando com nós dois, talvez eu tenha imaginado coisas que só existiam em minha mente. Talvez tenha chegado a hora de viver a minha vida e parar um pouco de pensar em tudo o que vivemos juntos, agora eu tenho que pensar em mim, no que é melhor para a minha vida e no que faz bem ao meu coração. Obrigada a ter me ensinado a não errar mais. Tudo está voltando ao normal, não ando sonhando muito com você e também já não te imagino ao meu lado de novo. Estou me sentindo forte para encarar o mundo lá fora, se que muitos me machucaram, assim como você fez, mas sei também que muitos me farão sorrir e me farão feliz, assim como você também foi capaz de fazer em alguns momentos, mas não o suficiente.Se você quer saber, estou mais feliz. Já perdi tempo demais chorando por garotos falsos. Joguei todas as suas fotos fora, esqueci seu cheiro, do tom da sua voz, esqueci de tudo que venha de você. Porque agora, mais do que nunca, estou começando do zero!
sábado, junho 19, 2010
brinquedo quebrado
Como eu pude ser tão idiota, tão cega ?.Você sempre me usou. Você me tratava como um brinquedo.Quando enjoava de brincar, me deixava de lado, e procurava algo novo, quando enjoava do novo, voltava ao velho, falava algumas frases bonitas, e convencia meu coração, e a boba voltava.Não foi só uma vez, mas quantas ? até perdi a conta de quantas vezes eu voltei como uma cachorrinha pra ti.
Você cravava estacas dentro do meu peito.
Quantos cortes, quando sangue, derramado por alguém que não merecia.
Um amor eterno, entregue a pessoa errada.
Tenho raiva de mim hoje, por ter sido tão idiota.
Você mudo tanto, não ta nem parecido com o que eu me apaixonei um dia.
E hoje, aquele amor que ainda havia dentro de mim, se transformou em mágoas, em desprezo, em ódio.
Quando penso em ti, o buraco em meu peito lateja, e o ódio transborda.Fazendo as bordas queimarem. Dentro de mim se cria um desespero.Uma angustia.. algo que com palavras não sei explicar.Uma dor forte, uma dor que arranca a sanidade de mim.Queria te ver morto, para ver se esse sentimento cesasse.Ou não.Não sei se tenho desespero de te ver, de te sentir em mim, de estar em seus braços, e esquecer o mundo, ou de te ver morto.Talvez os dois. É muita confusão dentro de mim.Uma explosão de sentimentos adormecidos que todos os dias em algum momento do dia acordam...
E hoje eu sou um brinquedo quebrado. A boneca que uma vez era inteira, e que nas tuas mãos quebrou.
Você cravava estacas dentro do meu peito.
Quantos cortes, quando sangue, derramado por alguém que não merecia.
Um amor eterno, entregue a pessoa errada.
Tenho raiva de mim hoje, por ter sido tão idiota.
Você mudo tanto, não ta nem parecido com o que eu me apaixonei um dia.
E hoje, aquele amor que ainda havia dentro de mim, se transformou em mágoas, em desprezo, em ódio.
Quando penso em ti, o buraco em meu peito lateja, e o ódio transborda.Fazendo as bordas queimarem. Dentro de mim se cria um desespero.Uma angustia.. algo que com palavras não sei explicar.Uma dor forte, uma dor que arranca a sanidade de mim.Queria te ver morto, para ver se esse sentimento cesasse.Ou não.Não sei se tenho desespero de te ver, de te sentir em mim, de estar em seus braços, e esquecer o mundo, ou de te ver morto.Talvez os dois. É muita confusão dentro de mim.Uma explosão de sentimentos adormecidos que todos os dias em algum momento do dia acordam...
E hoje eu sou um brinquedo quebrado. A boneca que uma vez era inteira, e que nas tuas mãos quebrou.
quinta-feira, junho 17, 2010
Veneno
Apenas vou fingir que você nunca foi importante na minha vida, do mesmo jeito que você fez comigo. Vai provar do seu próprio veneno, o que acha?
Todo o amor se dissolveu depois daquelas atitudes, e no lugar só havia ódio.
Eu o odeio com todas as minhas forças.
Todo o amor se dissolveu depois daquelas atitudes, e no lugar só havia ódio.
Eu o odeio com todas as minhas forças.
terça-feira, junho 15, 2010
Filme de terror
Era uma noite vazia.E eu apreciava a chuva que caia do céu escuro. As gotas da chuva se misturavam com as lágrimas que escorriam do meu semblante triste.Eu estava cansada, mas estava com medo de dormir. Então, a chuva era como o meu refugio.Eu ficava ali, imersa em pensamentos.Imersa em lembranças que um dia eram felizes, e agora se tornaram amargas, iguais as lágrimas que hoje deixo cair.
O tempo se passa lentamente, a chuva parou, e o dia começou a clarear, senti um aperto em meu coração, até a chuva, que eu tanto adorava, tinha me deixado.Suspirei, exausta.Novamente passei mais uma noite sem dormir.Apenas com a saudade tomando espaço em meu peito.Eu estava começando a me acostumar com o torpor que tomava meu corpo todos os dias, fazendo-me ficar acordada por tanto tempo. E eu estava cansada.
Meu corpo não aguentava mais.Minha mente girava,e minhas pernas tremiam. Eu estava ficando perturbada, mas se eu fechasse os olhos o filme de terror recomeçaria, as cenas iam se repetir.E eu não iria aguentar passar por tudo de novo.
O tempo se passa lentamente, a chuva parou, e o dia começou a clarear, senti um aperto em meu coração, até a chuva, que eu tanto adorava, tinha me deixado.Suspirei, exausta.Novamente passei mais uma noite sem dormir.Apenas com a saudade tomando espaço em meu peito.Eu estava começando a me acostumar com o torpor que tomava meu corpo todos os dias, fazendo-me ficar acordada por tanto tempo. E eu estava cansada.
Meu corpo não aguentava mais.Minha mente girava,e minhas pernas tremiam. Eu estava ficando perturbada, mas se eu fechasse os olhos o filme de terror recomeçaria, as cenas iam se repetir.E eu não iria aguentar passar por tudo de novo.
domingo, junho 13, 2010
Ciclo da morte.
Sabe, desde a morte da minha bisavó, eu nunca mais quis pensar em morte.Quando falavam sobre morte na tevê, eu mudava de canal. Por dois anos completos fiquei com sequelas disso. E a partir dai, qualquer coisa "ruim" que pairava no ar, eu sentia.Não sei explicar.Mas sei quando alguma coisa terrivelmente ruim vai acontecer.Consigo sentir os níveis de energia em torno das pessoas, mas, deixa pra lá, quem ler isso, vai achar que eu sou, ou estou completamente maluca.
Tanto tempo já se passou, e eu já era daquelas que falavam da morte como " é uma coisa simples da vida". Sim, é uma coisa simples da vida, pra quem não está no ciclo da morte.
Fazia tempo que eu não sentia a morte, tão perto de mim.
Você não era da minha família.Mas, me considerava que nem uma filha.E eu também,a considerava como uma segunda mãe.
Sabia que você estava na fase terminal. Mas, te ver de perto, jorrando sangue pela boca, e pelo nariz. E saber que quando esse mesmo sangue parar de jorrar, tua vida irá acabar,e partirar daqui, não é fácil.
Eu queria ter sido mais forte, e não chorar na tua frente.
Invés de eu te dar apoio, você, quase morrendo, segurou minha mão, e me disse: " aproveite a vida enquanto há tempo", com um sorriso estampado em teu semblante inchado.
Não consigo achar forças dentro de mim,para daqui a algumas horas te ver em um caixão.
Sei que em algumas horas, o telefone irá tocar, dizendo a noticia que eu não quero ouvir.
Mas, eu serei forte, e como eu lhe prometi, eu vou cuidar da tua filha.
Da minha irmã, que eu acabei de ganhar.
Tanto tempo já se passou, e eu já era daquelas que falavam da morte como " é uma coisa simples da vida". Sim, é uma coisa simples da vida, pra quem não está no ciclo da morte.
Fazia tempo que eu não sentia a morte, tão perto de mim.
Você não era da minha família.Mas, me considerava que nem uma filha.E eu também,a considerava como uma segunda mãe.
Sabia que você estava na fase terminal. Mas, te ver de perto, jorrando sangue pela boca, e pelo nariz. E saber que quando esse mesmo sangue parar de jorrar, tua vida irá acabar,e partirar daqui, não é fácil.
Eu queria ter sido mais forte, e não chorar na tua frente.
Invés de eu te dar apoio, você, quase morrendo, segurou minha mão, e me disse: " aproveite a vida enquanto há tempo", com um sorriso estampado em teu semblante inchado.
Não consigo achar forças dentro de mim,para daqui a algumas horas te ver em um caixão.
Sei que em algumas horas, o telefone irá tocar, dizendo a noticia que eu não quero ouvir.
Mas, eu serei forte, e como eu lhe prometi, eu vou cuidar da tua filha.
Da minha irmã, que eu acabei de ganhar.
sábado, junho 12, 2010
A única pessoa que pode realmente me fazer feliz.
Hoje eu acordei sem nenhuma muleta, sem nenhuma maquiagem, meus amigos estão ocupados, meus pais não podem sofrer por mim. Hoje eu acordei sem nada no estômago, sem nada no coração, sem ter para onde correr, sem colo, sem peito, sem ter onde encostar, sem ter quem culpar. Hoje eu acordei sem ter quem amar, mas aí eu olhei no espelho e vi, pela primeira vez na vida, a única pessoa que pode realmente me fazer feliz.
quinta-feira, junho 10, 2010
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